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Cia Afeta

A Cia Afeta surgiu, em 2009,  na cidade de Belo Horizonte, do encontro do ator e diretor Nando Motta com a atriz, performer e produtora Ludmilla Ramalho. Dois artistas com um desejo comum: dar vazão a seus anseios criativos, lançando mão de várias estéticas, linguagens, referências, tecnologias, e conceitos em um movimento antropofágico amplo e irrestrito. Um imenso intercâmbio experimental a partir da junção de várias vozes criadoras com um único desejo: afetar-se. A Cia afeta tem como desafio torna-se um laboratório, uma incubadora de um trabalho próprio em constante renovação e que busca dialogar diretamente com o público.

O primeiro fruto dessa inquietação foi o espetáculo teatral 180 Dias de Inverno, baseado na obra “Minha Fantasma” do multiartista paulista Nuno Ramos.  O espetáculo lança mão de referências de Dança-teatro, Vídeo-arte, Instalação, Música Experimental, Cinema (stop motion e desenho animado) e teatro pós-dramático para  mostrar, de forma crua e ao mesmo tempo delicada, a iminência de um desastre na vida de um casal.  O espetáculo estreou em 2010, já foi assistido por mais de 7500 pessoas, foi contemplado no prêmio Myriam Muniz 2009 e ganhou os prêmios de melhor espetáculo teatral de 2010 pelo site cultural Mixsórdia, melhor trilha sonora pelo prêmio Sinparc Usiminas 2011, melhor iluminação pelo prêmios Sesc/Sated-MG 2011, além de mais 10 indicações em outras categorias.

Em sua segunda investida, a CIA produziu e mantém em repertório a trilogia de intervenções urbanas “Procura-se”, “Afete-se” , “Escute-se” e as performances “Viuvez em capítulos”, “In Memoriam”  e “Amar-elo”,  em que procura extrapolar os limites entre espaço público e privado em ambientes urbanos.

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